IMAGENS QUE ILUSTRAM A VIDA

Sempre humilde

 

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Nada poderia diminuir a humildade de padre Vianney que se chamava ele mesmo “um pobre pequeno padre”... Um dia se apresenta à ele um irmão da Santa Família, o irmão Gabriel. Ele escreve um pequeno livro intitulado: “O anjo condutor dos peregrinos de Ars”. E, no prefácio de sua obra, tem um elogio ao santo cura. Este, depois de ter lido o que foi escrito sobre ele, disse:

- Eu não o achava capaz de escrever um livro ruim.

- Como um livro ruim?

- Sim, um livro ruim, considerando tudo o que fala de mim.

Bem entendido, o autor não retira nada.

 

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O padre Vianney não quis mais se deixar fotografar. Entretanto, o bispo queria ter um retrato do seu cura. Ele encarrega um grande escultor, Cabuchet, para fazer uma estátua do Senhor Vianney, e dá ao artista uma carta de recomendação na qual ele insiste para que o cura aceite. O padre Vianney recusa veemente!

Então Cabuchet se instala na igreja durante o catecismo; em um grande chapéu ele esconde a cera, e enquanto o cura fala, ele trabalha discretamente.

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O busto está enfim pronto. Levam para a sala de refeição da casa onde o mora o Senhor Toccanier; chamam o Senhor Vianney que é colocado bruscamente diante da estátua.

- Quem fez isso? – pergunta ele todo confuso. Cabuchet se apresenta.

- Você me desobedeceu, devo lhe perdoar? – diz Vianney.

As pessoas presentes o suplicam o perdão. E finalmente, o padre Vianney aceita que a estátua não seja destruída, mas com uma condição: que ela não seja mostrada ao público antes de sua morte.

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Sua pobreza é legendária. Pelas mãos que passam somas grandiosas, não tem nada para ele. No seu presbitério, os móveis são reduzidos restritamente ao mínimo. Para a refeição, uma tigela e uma colher são semente sua louça; ele só tem uma batina, e suas vestes ele as remenda ele mesmo. Ele dá tudo, chegando até a vender tudo o que pertence a ele próprio: móveis, tecidos, para distribuir o dinheiro entre os pobres.

 

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Um dia, João Maria Vianney se dirige para o orfanato. De repente, ele se acha diante de um infeliz vestido em farrapos e com sapatos que não mereciam mais serem chamados de calçados. Ele para, tira os seus e os dá no mesmo instante. Ele segue seu caminho para A Providência tentando esconder seus pés sob a batina. Alguém lhe dá sapatos forrados... No dia seguinte, lhe encontram com os velhos sapatos nos pés.

- Você deu o outro sapato?

- Talvez. – responde ele simplesmente.

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Senhor Devie, bispo de Belley, amava muito o Senhor Vianney e nunca deixava de ter por ele grande estima, desde que ele teve consciência que os ataques os quais o cura era objeto eram pura calúnias. Ele vem vê-lo em Ars várias vezes, mas não aprova nunca a necessidade de lhe dar um título honorífico, pois ele sabia bem que Senhor Vianney colocava nisso nenhuma importância. Seu sucessor, Monsenhor Chalandon, não pensava dessa forma...

 

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Na segunda dia 25 de outubro de 1852, Senhor Vianney está no confessionário da sacristia.

- Senhor cura, o Monsenhor está aqui!

Um pouco confuso, o padre sai, sempre vestido com seu casaco, e vai até a porta de entrada da igreja, para oferecer água benta ao bispo. Além disso, como é a primeira visita do Monsenhor, ele lhe fala algumas palavras para lhe demonstrar a sua submissão filial.

Diriam que o bispo tinha alguma coisa escondida na sua mozeta...

 

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Desde as primeiras palavras do cura, Monsenhor Chalandon retira rapidamente um pacote que ele escondia e o coloca diante de todo mundo. É um manto! O bispo anuncia que o Senhor Vianney foi nomeado cônego honorário.

“Não, Monsenhor, balbucia Senhor Vianney que não sabe onde se esconder, dê isso ao meu vigário. Ele o levará melhor que eu.”

Nada a fazer!

Monsenhor e seu vigário geral padre Raymond, se uniram para vestir o padre Vianney com seu manto.

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Depois o bispo entoou o “Veni Creator” e a procissão avançou para o coro.

“Diriam que foi um suplício levá-lo ao tablado, a corda no pescoço” - escreve a condessa de Garets.

Chegando na altura da sacristia, o cura escapa discretamente e se esconde em um canto afastado para tirar sua veste de cerimônia. Mas o prefeito, que o seguiu, arruma seu manto e convence seu cura de permanecer com ele pelo menos até o fim da tarde.

“Senão você fará injúria ao Monsenhor.” - disse ele.

 

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Senhor Vianney, se resigna e volta então à igreja. Ele deve submeter-se as homenagens do bispo, dizendo algumas palavras à multidão para justificar essa honra conferida ao simples pastor de uma pequena igreja. Este escuta, desconcertado, tão grande é a sua humildade. A procissão se refaz até o presbitério, o cura com seu manto do avesso, e nem sonhando arrumá-lo.

Assim que o bispo partiu, o padre Vianney tira o belo manto bordado de arminho, o apalpa e o contempla:

- Isso dará bom dinheiro para os meus pobres! – disse ele.

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Chega Senhorita Ricotie, rica pessoa de Ars.

- Chegou em boa hora, eu quero te vender o meu manto. Você pode me dar quinze francos por ele?

- Mas ele vale mais do que isso, Senhor cura!

- Vinte então?

“Eu lhe dei vinte e cinco francos” - conta a compradora.

“Depois, ao ficar sabendo que ele custava cinquenta, eu dei vinte e cinto a mais ao Senhor Vianney.”

Este esfregava as mãos dizendo:

- Que o Monsenhor me dê um outro, e eu farei dinheiro!

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Em 1855, ele se tornou cavaleiro da Legião de Honra. A demanda tinha sido apresentada pelo subprefeito de Trévoux e o prefeito de Ain. O prefeito acaba de lhe anunciar a novidade:

- Tem dinheiro para meus pobres? – pergunta o cura.

- Não, é uma simples distinção honorífica!

- Neste caso, já que os pobres não terão nada a ganhar, diga ao Imperador Napoleão III que eu não o quero.

 

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Pouco depois, Senhor Vianney recebe uma carta da legião de Honra: lhe pedem doze francos para o envio da cruz.

- Mas eu recusei. Não e não... Esses doze francos serão melhor para o serviço dos pobres! – disse ele.

Pagaram a nota sem o cura saber. Mais tarde, este dirá: “Eu não enviei o direito e eles me enviaram mesmo assim a cruz.”

 

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Essas marcas de honra, que nada interessam ao humilde padre, não são necessárias para que seu valor seja reconhecido. Deus, com efeito se agrada em enfatizar a santidade de seu fiel servidor permitindo que numerosos milagres em vida mesmo do Senhor Vianney. Impossível contá-los todos! O cura obtém muitos por intermédio da santa Filomena, “sua pequena santa”, como ele ama chamá-la.

E ele fez batizar para ela uma capela onde ele envia os doentes para orar, os enfermos e os grandes pecadores.

 

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Uma mulher que só andava com muletas se coloca no lugar de passagem do Senhor Vianney:

- Bem, ande minha senhora » - diz ele.

A mulher hesita.

- Mas ande então, pois que te foi dito – adiciona Senhor Toccanier.

A mulher tenta, as pernas são sólidas, os primeiros passos são bons, as muletas caem.

- E as traga consigo! – falou o cura mostrando as muletas com o dedo.

 

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Em 25 de fevereiro de 1857, chegou em Ars uma mulher de Saône-et-Loire, Senhora Dévoluet. Ela traz em seu veículo um menino de oito anos, incapaz de andar. Ela confia a criança à uma família da cidade, e passa as primeiras horas da noite ao portal da igreja, para ter mais certeza que conseguirá se aproximar do cura. Esse a vê na multidão.

- Venha, você é a mais urgente! – diz ele.

Ela se confessa e esquece de falar de seu filho. Então, ela vai procurá-lo, se coloca perto dele na sacristia para assisti-lo na missa. Quando a missa terminou, ela tenta entrar na sacristia. Querem impedi-la.

- Que ela entre. – diz o Senhor Vianney.

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Ela apresenta seu pequeno menino para ser abençoado.

- Vejamos, essa criança é muito grande para ser levado assim. Então coloque-o no chão.

- Mas ele não pode!

- Ele poderá. Vá diante da Santa Filomena.

E o cura dá um beijo no rosto do menino. Levado pela mão, este chega com dificuldade na capela.

 

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Ele mesmo se ajoelha, fica de joelhos por volta de uma hora, depois se levanta.

- Eu tenho fome. – diz ele.

Ele corre de meias até a porta. Mas ele chora...

- Quer trazer meus sapatos?

A mãe o pega nos braços, o leva para um sapateiro, o calça; logo, o menino, batendo suas mãos de alegria, vai à rua e joga com as outras crianças.

Não há curas miraculosas! Deus tudo pode!

 

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Não há curas: o padre Vianney, com seu olhar de fogo, lê as almas.

Antônio Soubin, obreiro de Lion descrente, se encontra perdido entre a multidão na igreja.

- Se esse padre tem o Espírito de Deus como dizem, ele saberá o que eu tenho para lhe falar e que eu estou com pressa. – pensa ele.

O cura se vira e lhe diz alto:

- Paciência, meu amigo, eu sou de você logo logo.

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Uma mulher em longo luto viaja com um grupo de peregrinos para Ars.

- Permita que eu te acompanhe. Eu viajo para me distrair. Melhor ir lá do que em outro lugar. – diz ela ao padre que dirige a peregrinagem.

O padre consente. Chegando à cidade, ela pede ao padre:

- Poderá me conseguir um encontro com o homem dos milagres o qual falam muito?

- Eu farei o meu possível. – respondeu o padre.

 

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Mal o grupo entrou na igreja e Senhor Vianney foi em direção a mulher:

- Ele está salvo... sim, ele está salvo. – diz ao seu ouvido.

- Não é possível. – murmurou a pobre mulher.

- Sim, ele está salvo. Ele está no purgatório e é preciso orar por ele. Entre o parapeito da ponte e a água, ele teve tempo de se arrepender. Vosso marido era irreligioso, mas ele está por vezes unido à sua prece!

A pobre viúva reencontra a paz: ela era assombrada com a ideia de que seu marido que se suicidou, estava no inferno!

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Estão aqui, claramente, fatos extraordinários, mas há um mais forte ainda. É certo que o padre Vianney tinha frequentemente conversas com Jesus e Maria.

- Com Maria, nós conhecemos muito bem. – ele diz um dia com um sorriso.

Ele chega até a lamentar quando fica algum tempo sem ter celestes visitas.

- Tudo o mesmo, eu não tenho visto o bom Deus desde domingo!

 

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Pouco a pouco, sua saúde se enfraquece. Não se vive durante quarenta anos dormindo apenas duas ou três horas de sono, e uma só refeição por dia, sem sentir o corpo se desgastar, o cansaço se acumular, e a velhice pesar fortemente sobre os ombros.

- Meu Pai, se o bom Deus te deixasse escolher subir ao Céu agora mesmo, ou trabalhar como você faz para converter os pecadores, o que escolherias? – lhe perguntou seu vigário.

- Meu amigo, eu ficaria! Que alegria fazer caminhar almas para Deus.

 

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O cura envelhece e os peregrinos só aumentam. Mesmo com o tempo lhe faltando ele corta seu sono e sua comida, aceitando apenas um copo de leite à noite. Às vezes, é a sua única refeição. E ele tosse dando pena.

Um dia, ele chega perto de meio dia para Catherine Lassagne:

- Ah, eu não posso mais!

- Sente um instante, eu vou te esquentar um leite. – diz Catherine.

- Oh, não, é a minha cama que eu preciso. – diz ele.

E ele sai para subir e dormir.

 

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Catherine o cuida bem. Ela esquenta o leite e vai até o presbitério ; ela encontra no caminho o cura que já volta para a igreja.

- Senhor Cura, beba isso.

- Não, eu não quero nada.

- É preciso tomar esse leite.

Pela insistência, ele aceita a taça de leite, que bebe diante os peregrinos.

A noite, ele admite à Catherine:

- Eu acho que sem o vosso leite, eu não teria conseguido ir até o final do dia.

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De tempos em tempos, ele cai enfraquecido e lhe acontece de adormecer em seu confessionário. Então os peregrinos fazem cuidadosamente silêncio, para lhe dar um momento de repouso. Entretanto, ele fica sempre ativo, ele estuda o plano da igreja que ele deseja batizar em nome de santa Filomena: quatro meses antes de sua morte, ele lança uma subscrição com esse objetivo.

- Eu orarei ao bom Deus para aqueles que me ajudarão a batizar uma capela à Santa Filomena. São as últimas frases que ele escreveu.

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Na mesma época, ele recebe a visita de Paulina Jaricot, a fundadora da Propagação da Fé, velho e cansado devido a todas as provas. Ela tinha muito frio, estando vestida para a brisa e a neve. O cura vai procurar a palha e galhos para fazer fogo. Mas tudo está úmido, e o fogo não pega.

- Isso não é nada, eu estou habituada com o frio. Dê-me mais um pouco de esperança. – diz Pauline.

E o cura lhe fala e lhe dá uma pequena cruz de madeira.

 

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Ele parece pressentir a data de sua morte. Em junho 1859, uma boa cristã de São Etienne, Senhora Pauze, vem se confessar. O cura lhe fala do são João Francisco Régis, e da peregrinação de La Louvesc que ele fez no passado, e onde essa senhora vai todos os anos.

- Adeus, minha criança, em 3 semanas nós nos veremos. – disse ele.

Três semanas depois, o padre Vianney e a senhora Pauze morreram quase ao mesmo tempo, e puderam então se reencontrar diante o Senhor.

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O dia 29 de julho de 1859 é o seu último dia de ministério. Havia tido tempestade, ele se sentia doente desde o despertar. Entretanto, à uma hora da manhã, ele está no confessionário. Como na igreja fazia calor sem parar, os peregrinos saiam para respirar um pouco. O cura foi conduzido várias vezes para fora para tomar ar. Ele não pode mais, entretanto ele ouve confissões durante 16 horas. Não se entende uma só palavra do seu catecismo; vemos somente o olhar dele cheio de amor para o tabernáculo.

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Na noite de 30 de julho, Senhor Vianney chama Catherine Lassagne que velará sobre ele até o fim.

- É o fim, é preciso ir procurar o cura de Jassans. – Ele diz.

- Eu vou procurar também o médico?

- É inútil, o médico nada fará.

Desolados, os paroquianos correm, sobem sobre o patamar, tentam ver pela última vez o seu bom padre.

 

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Monsenhor o bispo de Belley, ficando sabendo que o Cura d’Ars está morrendo, deixa logo o pequeno seminário de Meximieux, onde ele se preparava para presidir uma cerimônia, para ir à cabeceira do doente. Vianney o reconhece, sorri para ele, tenta agradecê-lo.

E na quinta-feira dia 4 de outubro, às 2hs da manhã, o santo cura entrega sua alma à Deus, enquanto perto dele, um padre termina a prece dos agonizantes.

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O sino toca em Ars. Em toda a região, a notícia se espalha; de todos os lugares os peregrinos chegam... O enterro é repleto: 6.000 pessoas, 300 padres em volta do bispo que faz o ofício. Todos oram para aquele que eles chamavam já “o santo”.

Em 1905, o santo Papa Pio X dá o título de bem-aventurado ao humilde pequeno Cura, e o coloca como padroeiro de todos os curas da França. Em 1925, diante de 70.000 peregrinos do mundo interior, João Maria Vianney é proclamado santo.

 

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Depois de 1859, a pequena cidade de Ars não parou de ser lugar de peregrinação. Retiros são feitos lá pelos padres e também pelos fiéis. Em 4 de outubro de cada ano, grande multidão se reúne para orar pelo santo João Maria Vianney. Um convento de Carmelitas lá se instala : piedosas mulheres lá consagram sua vida inteira para orar e fazer penitência para que os padres se tornem santos.

 

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O Cura Ars disse uma vez em um dos seus catecismos : « Deixe uma paróquia sem padre durante 20 anos, e adorarão o mal ». Eis que há nos nossos dias muitos paroquianos sem padre !

Se você aprendeu a amar o cura de Ars, feche os olhos um momento... lhe enderece uma prece envolvente para que os padre da França sejam mais numerosos e que eles sejam « santos » padres à exemplo de João Maria Vianney.

O santo Cura d’Ars... João-Batista-Maria Vianney.

Edição Fleurus.